Os prós e contras da evolução da Telecomunicação

Adriano Martins Antonio

Adriano Martins Antonio

em 20 de maio de 2021
Evolução da telecomunicação

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A evolução da Telecomunicação sob a ótica da segurança cibernética

Eis que a telecomunicação, que antes era em sua maior parte executada por meio de fiações telefônicas de cobre, atravessa por uma evolução para a era da fibra óptica, passando do analógico ao digital. E assim, com o tempo, as linhas telefônicas analógicas e as linhas de fax foram diminuindo. Os sistemas de PBX digital começaram a substituir os sistemas de telefone analógico. Mas afinal, qual foi o tamanho do impacto criado e o que mais nos afetou? Fique ligado e continue conosco! Pois, eu vou mostrar muitos fatos relevantes que marcaram nossa história. Vamos lá?

Evolução da telecomunicação

A comunicação digital permitiu que voz, vídeo e dados compartilhassem a mesma banda larga. A consolidação da Wide Area Network (WAN), a rede de longa distância, simplificou a gestão e reduziu os custos operacionais. Esse fato, tornou as comunicações digitais avançadas acessíveis para muitas empresas. Pois, a transição para um mundo eletrônico mudou o modo de vida da sociedade global. Pessoas, famílias, empresas, educadores e todos os governos se comunicam de maneira diferente de como era antes; quase todos têm acesso fácil à Internet. Quem consegue lembrar da antiga escuta ou grampo telefônico? Esse dispositivo que conectamos a uma linha de telefone para interceptar e espionar tudo que se passa por ela, sabe que medidas de proteção não é uma necessidade atual. Isto é, apenas do mundo cibernético. Mas, mesmo na era da telecomunicação analógica já existiam problemas de segurança. Agora, com a voz enviada por pacote IP, os riscos, ameaças e vulnerabilidades que se aplicavam ao sistema analógico também se adaptaram ao mundo digital. E as medidas de proteção também precisaram se adaptar e continuam se adaptando sempre. Uma vez que, elas acompanham essa evolução cibernética da telecomunicação. Na primeira década após a virada do milênio, a aceitação global da Internet e o então necessário uso dos protocolos TCP/IP resultou em outra relevante mudança: as comunicações de voz foram trocadas de sistemas PBX digitais para voz sobre IP (VolP). Daí em diante, a voz começou a trafegar em LANs e WANs. Essa mudança radical nas comunicações de voz trouxe suas próprias implicações de segurança que, com certeza, afetam quase todas as empresas de TI. Principalmente, no que diz respeito à segurança da informação.
Conceito de telecomunicações consultores de hotline positivos que vendem bens ou serviços no call center
A evolução digital permite um avanço enorme para as empresas

Os protocolos da evolução digital

E como em todo processo existe a necessidade de protocolos, na evolução digital não poderia ser diferente! Imagine um palestrante falando sobre um tema específico para uma plateia composta por pessoas de todas as partes do mundo; portugueses, ingleses, franceses, brasileiros, russos, entre outros… O detalhe é que cada participante só fala a própria língua; então, como fazer para que todos entendam as mensagens transmitidas e interajam entre si? Para resolver essa desconexão específica, a solução seria um fone tradutor de idiomas. Pois, assim, o palestrante poderia falar em sua língua nativa e cada participante teria a mensagem traduzida para o seu dialeto. Porém, se não existisse o fone tradutor. O ideal seria uma espécie de linguagem universal que todos pudessem entender. Agora, pense nessa situação em uma rede de computadores, com fabricantes, sistemas operacionais e programações diferentes. Como podem interagir uns com os outros? Aqui, nesse contexto, não temos os fones tradutores de idiomas. Mas temos um tipo de “linguagem universal” chamada “protocolo”, que é um conjunto de normas que governam a sincronização da comunicação dos computadores em uma rede.

TCP, IP e Ethernet – Quem são e o que fazem?

Entre os vários tipos de protocolos de rede de internet, temos dois que, juntos, permitem o envio e o recebimento de dados, de forma instantânea, em toda a internet, que são os protocolos TCP e IP. O TCP/IP, portanto, é a linguagem que os computadores usam ao se comunicar pela Internet. Eles trabalham juntos, dividindo as mensagens em pedaços, ou pacotes, para enviar para outro computador na rede. O problema é que os dados podem ser lidos no pacote IP; e por isso, precisam ser criptografados, ocultados dentro dos pacotes TCP/IP para que possam trafegar com segurança. Ethernet é outro protocolo de rede que gerencia o método de comunicação entre computadores e dispositivos. Ele faz a conexão em redes locais (LANs), usando placas de rede sem fio ou com o cabo ligado diretamente no computador. E, falando em Ethernet, não podemos deixar de lembrar como eram as antigas redes ethernets. Há décadas, em que os computadores eram conectados a um único fio, tendo que brigar um com o outro pelos turnos disponíveis para conexão e uso!

A evolução da tecnologia foi boa?

É… Ainda bem que a tecnologia evoluiu e as redes ethernets modernas agora usam conexão dedicada para cada sistema, com um fio que conecta cada computador a um switch controlador da LAN. O protocolo Ethernet é o padrão que define como os computadores usam os endereços MAC (Media Acess Control adress), os quais funcionam como um número de série que identifica o dispositivo, para se comunicarem uns com os outros na rede.

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Existem vários protocolos, um para cada necessidade. E como a tecnologia está sempre evoluindo, é preciso ir atualizando os processos e mecanismos de conexão. Por isso, vão sendo revisadas e lançadas novas versões dos protocolos, para garantir que essas necessidades que vão surgindo em meio a essa evolução sejam atendidas. Para saber mais sobre estes e demais protocolos, uma sugestão é o livro: Segurança Cibernética – Uma Questão de Sobrevivência, da PMG Academy.

“Pra não dizer que não falei das flores…”

“Caminhando… e seguindo… somos todos iguais, braços dados ou não…”. Roubando alguns versos da composição cantada por Geraldo Vandré, podemos retratar a dinâmica dessa terra sem dono, na qual todos têm acesso e a democracia se faz de forma impressionante, mas também assustadora. Pois, nem sempre há como saber se quem está compartilhando uma conexão igualitária está “de braços dados ou não” com a ética e com a boa intenção em relação ao outro. Mas, “pra não dizer que não falei das flores…” dessa evolução, os benefícios são incontestáveis! Um grande exemplo dessa evolução e de bastante utilidade são os dispositivos dedicados, como o Secure Payment para Internet of Things (IoT), o pagamento seguro para Internet das Coisas (IoT).

A mágica acontece

É a mágica de com apenas um toque de botão, os consumidores pagarem pelo gás, comida ou pelo estacionamento, sem sair do carro conectado!  Uma forma de incorporar pagamentos seguros em dispositivos conectados, permitindo que qualquer coisa, de um relógio a um carro, inicie os pagamentos… Assim como na citada canção: a evolução está “nas escolas, nas ruas, campos, construções…”. Na verdade, a internet tem ampliado um cenário de recursos cada vez maior para as comunicações, inclusive as pessoais. Pois, foi lançando novas formas de interação para os usuários e evoluindo as já existentes, com atualizações de versões que atendem às necessidades desse progresso. Além disso, da IoT, podemos citar como exemplos desses recursos em constante expansão: mensagens de texto, mensagens instantâneas (IM), chats, conferências de áudio, de vídeo e a tecnologia revolucionária de voz sobre IP (VoIP). Tudo isso chegou para facilitar ainda mais a forma de se comunicar. Algo que reduz os custos, possibilitando ligações através das redes IP da internet. No entanto, por mais maravilhosa que seja essa evolução da telecomunicação e todo esse sistema de recursos com dispositivos de computador dedicados, sabemos que ainda são projetados com pouca segurança e precisam de recursos especiais de proteção. Portanto, resta-nos buscar investir em medidas de segurança eficientes, para que possamos continuar usufruindo desse progresso, “caminhando e cantando e seguindo a canção…”. É preciso focar na prevenção, cuidando das vulnerabilidades, reduzindo ameaças e gerenciando riscos para que os danos não aconteçam. É exercer literalmente o: “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”!

Dúvidas

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