Mais de 50% dos ataques cibernéticos miram as finanças das empresas

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em 31 de março de 2015
Ataques cibernéticos miram as finanças

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Mais de 50% dos ataques cibernéticos miram as finanças das empresas

Um espanto! Mas, uma se trata de algo real. A saber, 59% dos ataques cibernéticos registrados no Brasil miram às finanças das empresas, na qual mais de 60% ocorrem em indústrias de pequeno e médio porte. Ou seja, as que menos preparadas para impedir as fraudes estão.

A constatação é da pesquisa “Segurança Cibernética”, realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que tenta entender como a indústria tem enxergado as ameaças cibernéticas que rondam ambientes virtuais.

“Há ainda certa imaturidade das empresas, em relação à proteção e uso da rede mundial, pois faltam prática de políticas e regras internas, além de treinamento de pessoal. A tecnologia não resolve o problema sozinha”, afirma Rony Vainzof, diretor do Departamento de Segurança (Deseg) da entidade.

O estudo

Segundo o estudo, enquanto 96,4% apostam na instalação de antivírus para prevenir ameaças virtuais, 40,1% investem em aplicação de normas internas. Por outro lado, apenas 21,2% oferecem treinamento aos funcionários diretamente ligados com o uso da internet.

“Segurança cibernética mais eficaz combina pessoas, processos e tecnologias. Quando esta balança não está equilibrada as organizações ficam expostas”, comenta o executivo.

Gostando do artigo? Então, leia também! Top 3 riscos de segurança da informação em 2015.

De acordo com os dados, a falta de identificação das ameaças também se tornou um desafio a se vencer pelas empresas.

Pois, 23,5% delas não sabem se houve ataques, sendo que 19,5% dessas empresas são de grande porte – que deveriam ter programas maduros de proteção.

O levantamento também mostra que cuidados básicos, que ajudam no combate a fraudes e outras ameaças virtuais, acabam sendo esquecidos na rotina das empresas.

Mais de 53% não exigem que funcionários troquem a senha periodicamente e 47% não monitoram os e-mails transmitidos pelo pessoal, – o que aumenta o risco de ataques e invasão a ambientes restritos.

Duas mulheres e um homem trabalhando com seus computadores protegidos com antivírus

Revelador

A pesquisa revela ainda que mais da metade (52%) das empresas não permitem que funcionários utilizem dispositivos pessoais, como smartphone, tablet e notebook.

Além disso, o levantamento mostra que 70% das empresas não utilizam a nuvem para armazenarem ou processarem dados.

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 12 de janeiro e 02 de fevereiro de 2015 com 435 indústrias do Estado de São Paulo.

Do total, 55% dos respondentes empregam até 99 colaboradores; 36% possuem entre 100 e 499 empregados; e o restante abriga um número maior de funcionários.

Fonte: ComputerWorld

Não se arrisque, veja! ISO/IEC 27002 – Diretrizes para implementar medidas de segurança da informação.

Dúvidas

Enfim, se você gostou do nosso texto, deixe o seu ponto de vista. Pois, nós queremos saber o que pensa.

Aliás, comente aqui se você conhece algum caso ou já passou por uma situação que envolvesse certo ataque em uma empresa.

Mas, se acaso ficou com alguma dúvida, não hesite em nos perguntar.

Que logo após, nós, da PMG Academy, vamos te responder o mais breve. Até mais!

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